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Se compreender é impossível, conhecer é necessário.
Primo Levi

“Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem” B.Brecht

"Politicians should read science fiction, not westerns and detective stories." - Arthur C. Clarke

Time is so old and love so brief
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Ai que preguica! (Macunaima)

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Y en las recetas de la felicidad (John Drexler, Mercedes Sosa)

Na aula de hoje: Todo vice é um Kinder Ovo; vem com uma surpresa dentro.



domingo, 10 de outubro de 2010

Ausência de pluralismo: a falta de um jornal popular - Copyleft


Carta Maior

Décadas atrás, o escritor Monteiro Lobato, aflito com a incultura e particularmente com contingente de iletrados, solicitou aos donos de "O Estado de S.Paulo" que o jornal fosse utilizado na luta para vencer o vergonhoso quadro de milhões e milhões de analfabetos no país. Após muito pensar, um dos proprietários respondeu ao criador do Sítio do Pica-pau Amarelo, provavelmente com o mesmo tom com que hoje condenam o voto dos pobres a uma espécie de sub-voto: “Ô Lobato, mas se todo mundo aprender a ler...quem é que vai pegar no cabo da enxada”. A proposta de Monteiro Lobato foi recusada. O pluralismo da psicanalista Kell, condenado. O artigo é de Beto Almeida.

Beto Almeida (*)

A demissão da psicanalista Maria Rita Kell do corpo de colaboradores do Jornal “O Estado de São Paulo” reacende a incontornável discussão sobre a ausência de pluralismo na imprensa brasileira de grande circulação, em clara ofensa ao disposto no capítulo da Comunicação Social da Constituição Federal. Kell afirma ter sido demitida por “delito de opinião” após ter escrito artigo em que denuncia o esforço de desqualificação dos votos das camadas mais pobres da população.

Até mesmo argumentos utilizados na eleição passada pelo conhecido sociólogo Hélio Jaguaribe indicando que os votos que elegeram Lula possuíam um significado inferior em relação aos votos do candidato derrotado, estes sim, e só estes, como que por encanto, dotados de uma dimensão de nação, constavam o artigo que causou a demissão. Por desdobramento, o presidente Lula que promoveu recuperação significativa do salário mínimo, expandiu a classe média, reduziu robustamente os milhões de famintos, recupera a Petrobrás e a indústria naval, sob reconhecimento internacional expressivo, não teria sido eleito - segundo esta teoria esdrúxula - por votos com plena legitimidade.

Democracia X “democracia”
Mais surpreendente do que ver quem se encontra entre os insinuadores de tal interpretação que, por paralelo, remonta aos critérios da eleição a “bico de pena”, é a a assustadora complementaridade e identidade que estes conceitos possuem com a nova “teoria da democracia” exalada pela Casa Branca, segundo a qual, não basta que um governo seja eleito pelo voto democrático para conferir-lhe legitimidade. Para o novo critério de democracia que vem do norte, depende de como estes governos eleitos governem ou qual concepção de democracia apliquem para serem, em definitivo, considerados ou não democráticos.

Os exemplos estão por aí. Se um governo decide assumir plena soberania sobre o seu território, como o governo do Equador, que recuperou o controle sobre a Base Militar de Manta, antes administrada por contingentes norte-americanos, este comportamento não permite que lhe seja conferido o rótulo de democrático. Ou quando um governo eleito democraticamente pelo voto direto - o que não ocorre nos EUA - decide nacionalizar suas fontes de recursos naturais, como o faz o governo da Bolívia, isso também configuraria comportamento não democrático, coincidentemente, por contrariar os interesses vitais de empresas norte-americanas em várias partes do mundo.

O modelo de representação política dos EUA, mesmo com históricos altos graus de abstenção, de cadastros eleitorais em que se fazem assepsia dos eleitores negros, pobres, asiáticos e ex-presidiários, da bilionária dependência de esquemas financeiros para que alguém seja candidato e do impenetrável controle de uma mídia dominada por anunciantes vinculados à indústria bélica, nada disso pode ser questionado do ponto de vista democrático. Nem mesmo o histórico de vinculações da Casa Branca na supressão dos regimes democráticos em várias partes do mundo ao longo de décadas. Lá sim, existiria o modelo de democracia.

O voto de pobre vale menos?
A psicanalista Maria Rita Kell ousou revelar murmúrios indignados que podem estar povoando os ambientes das oligarquias midiáticas diante da impossibilidade de impedir que herdeiros ex-escravos possam exercer seu direito a voto. Sobretudo depois de estarem gradativamente recuperando o seu direito de trabalhar com carteira assinada, de serem reconhecidos pelo estado por meio de um programa social que lhes retira e aos seus filhos do corredor da pena de morte pela fome. O Brasil acaba de ser reconhecido pela FAO com um dos países que mais contribuem na atualidade para a redução da fome. Mas, do lado de cá, sociólogos, um tanto envergonhados é bem verdade, querem insinuar que os votos destes que escapam da pena de morte da fome não teriam legitimidade. E quem revela este pensamento merece a pura e simples sentença da demissão. Decidida no mesmo ambiente em que floresceu e germinou com desenvoltura a discricionária e cruel idéia de um ex-diretor do jornal mencionado, que sentiu-se no direito de matar uma jovem jornalista porque, afinal, ela teria cometido a gravíssima falta de pretender.....terminar o namoro.

Monteiro Lobato desprezado
Quando o senador Suplicy sobe à tribuna e solicita à direção do centenário jornal que reverta a demissão de Kell - que para nossa sorte não corre risco de vida e poderá nos iluminar com novas análises corajosas se encontrar espaços de publicação - embora bem intencionado, pode ser que não conheça episódio marcante da história deste diário. Décadas atrás, o escritor Monteiro Lobato, aflito com a incultura e particularmente com contingente de iletrados, solicita aos donos deste diário que o veículo fosse utilizado de modo militante e compromissado na luta para vencer o vergonhoso quadro de milhões e milhões de analfabetos no país. Após muito pensar, um dos proprietários responde ao criador do Sítio do Pica-pau Amarelo, provavelmente com o mesmo tom com que hoje condenam o voto dos pobres a uma espécie de sub-voto: “Ô Lobato, mas se todo mundo aprender a ler...quem é que vai pegar no cabo da enxada”. A proposta de Monteiro Lobato foi recusada. O pluralismo da psicanalista Kell, condenado. Veremos o que ocorrerá com relação à solicitação do senador.....

Apesar da evidente ausência de pluralismo na mídia brasileira, de sua crônica incapacidade para cumprir minimamente a Constituição Federal, do indevassável controle de algumas poucas famílias sobre a indústria da informação no Brasil, ainda assim, há gente que se preocupa não com este controle já existente do mercado cartelizado sobre os veículos de comunicação, mas com uma mera proposta de regulamentação da Constituição, colocando-a em sintonia com a tendência mundial que registra regulação crescente da comunicação como único caminho para assegurar-lhe pluralismo, diversidade, bem como caráter educativo, civilizatório e informativo nos seus conteúdos.

Comunicação é estratégica
O problema , no entanto, é que anos e anos de alerta e argumentação junto aos segmentos progressistas para que considerem a comunicação como algo estratégico, parece surtir pouco efeito organizativo. Só eventualmente, em momentos decisivos da política, este debate retorna ao cenário central da conjuntura, mas , quase sempre, limitado à reclamação indignada que, embora justa, termina por não colocar na mesa das iniciativas centrais das políticas progressistas, a necessidade de se construir alternativas concretas.

Será que um partido como o PT, com capacidade de alcançar a presidência da república galvanizando a simpatia e a adesão de fatias expressivas da sociedade brasileira, mesmo ainda com uma curta existência na cena política, não teria condições de organizar, criar, fundar, um jornal de cunho popular, de grande circulação, com capacidade, aí sim, de promover o verdadeiro pluralismo informativo, já que a queixa, a bronca, a reclamação sobre a falta deste atributo cidadão junto aos oligarcas da mídia tem se mostrado reiteradamente frustrante?

Publicaram que o Brasil não tinha petróleo
Tantas vezes muitos de nós já escrevemos e reiteramos aqui mesmo e em outras tribunas sobre o que representou o jornal Última Hora, criado sob estímulo de Vargas, ele mesmo alvo de intensa campanha de desmoralização e destruição de imagem, na época intitulada “mar de lama”. Com a imensa popularidade que possuía, seja por ter criado a Petrobrás, o salário mínimo, os direitos trabalhistas, a licença maternidade, a siderúrgica de Volta Redonda, a Rádio Nacional, a Rádio Mauá, o Instituto Nacional do Cinema Educativo, o BNDES, etc, Vargas percebia que se dependesse da imprensa da época, o Brasil nunca teria petróleo, o salário mínimo e os direitos trabalhistas não passavam de privilégios descabidos, que a única linha editorial verdadeira e aceitável era a deposição do presidente. Ou seja, será que magnatas da comunicação que chegaram ao ponto de bradar o Brasil não possuía petróleo, podem ser sensibilizados e corrigir-se? O argumento ainda é válido para hoje. Como disse Giordano Bruno quando as fogueiras da Inquisição estavam sendo acesas “Que ingenuidade a minha, pedir ao poder para reformar o poder”

Hora de recriar um jornal popular
Será que as forças progressistas não devem pretender construir seus próprios meios de comunicação? Assim como o PT já revisou grande parte dos preconceitos que tinha contra Vargas e também quanto à política de alianças, não terá também chegada a hora de revisar uma linha política segundo a qual jornais de partido ou de segmentos não se justificam mais na política moderna e que o recomendável é a interlocução por meio da própria mídia dos grandes capitalistas? A julgar pelo tom indignado e os exemplos que o presidente Lula apresenta contra a manipulação desinformativa sobre a sua gestão e sobre sua candidata, talvez tenha chegado o momento de se usar o imenso capital de popularidade para organização de um jornal popular, nacionalista, de circulação diária, massiva. E, além disso, amparado em uma Fundação para o Jornalismo Público, dotada de uma faculdade capaz de gerar uma nova linguagem jornalística, para abrir uma nova cultura de jornalismo condizente com os novos tempos vividos pelo país. Um tempo em que milhões e milhões saem dos grotões físicos e sociais, iniciam-se no exercício de certos direitos e no consumo de bens indispensáveis, mas não dispõem ainda do direito de ler um jornal que retrate a marcha das mudanças que o Brasil está experimentando e da própria mudança que suas vidas vem registrando, sob o ponto de vista civilizatório.

Sinais de mudança no jornalismo no mundo
Basta que olhemos com mais atenção o mundo. Registra-se tendência de regulação no campo das comunicações para assegurar a diversidade, a pluralidade, o humanismo e o padrão civilizatório desta indústria. E se olharmos mais em volta de nós, perceberíamos vários países com um grau de pluralismo jornalístico invejável diante do monolitismo estreito e hostil às mudanças que vivenciamos na sociedade brasileira. Na Argentina, há o jornal “Página 12”; no México , há o diário “La Jornada”; na Bolívia, ainda não completou um ano de vida o jornal “Cambio”, mas já é o recordista de vendagem, junto com o tradicional “La Razón”, que tem 70 anos de vida e, por fim, nasceu o “Correo del Orinoco”, do qual foi redator o brasileiro Abreu e Lima, que lutou junto a Bolívar na Independência frente ao imperialismo espanhol.

Toda vez que nos indignarmos com os fartos e incorrigíveis exemplos de jornalismo precário da imprensa brasileiro, será que não deveríamos também, para além da crítica, nos perguntar sinceramente por que não criamos o nosso próprio jornal popular? Não seria essa a crítica mais conseqüente a esta torrente de facciosismo que estamos a enfrentar? Na história do jornal Última Hora está uma parte das respostas.

Tá chegando o verão...

muita hidratação, pouca inundação.
Assim falou o Guru Ananda Varanda

Essa gente não pode voltar!



pescado do Escrevinhador

NEUTRALIDADE TEM LADO DATAFOLHA: DILMA 54% X SERRA 46%

51% dos eleitores de Marina já declaram voto em Serra --o que explica o avanço maior do tucano em relação ao 1º turno; 22% preferem Dilma e 18% estão na coluna dos indecisos. Possivelmente esses 18% representem o cacife eleitoral efetivo de Marina; a uma decisão sua, podem decidir a disputa entre a candidata de Lula e o representante da coalizão demotucana. Marina quer tempo para pensar. Enquanto pensa, a direita e a extrema direita avançam agressivamente com o dispositivo midiático e religioso a sua disposição. Marina pode optar pela neutralidade. A neutralidade não para o relógio da história. Com o estreitamento das diferenças, a neutralidade pode decidir a eleição a favor da direita. Mesmo sem escolher, Marina terá escolhido então um lado. Esse é o jogo, Marina; e o segundo tempo já está sendo jogado.
(Carta Maior; 10-10)

Deus Vult! (*)



colagem de basicregisters sobre obra de Hieronymus Bosch


(*):Deus Vult era o mote que a multidão insana proclamava por toda Europa depois do Concílio de Placência de 1095. Na sua ignorãncia achavam que qualquer cidade de maior porte era Jerusalém e matavam e saqueavam todo mundo. In nomine Dei tibi ignosco


O círculo da direita se fecha: teocracia, censura nas redações, ideologia do medo (Carta Maior)

É evidente que essa temática religiosa não é o que interessa para o Brasil. Mas se Serra escolheu o obscurantismo, é preciso mostrar isso à população. A esquerda, tantas e tantas vezes, foge dos enfrentamentos. Acho que desse enfrentamento não deveria fugir. Ciro Gomes disse -de forma muito apropriada - que o discurso de Serra é o caminho para um regime teocrático. O Brasil precisa que se faça esse debate.Do lado de Serra, certamente ficará muita gente. Mas tenho certeza que do outro lado ficará o que há de civilizado nesse nosso país. Há espaço para uma centro-direita civilizada no Brasil. Mas essa direita que avança com Serra não merece respeito. Merece ser combatida. O artigo é de Rodrigo Vianna.

Rodrigo Vianna - O Escrevinhador

Texto publicado originalmente no blog Escrevinhador, de Rodrigo Vianna

Com a generosa ajuda da velha mídia brasileira, e uma mãozinha da candidatura de Marina Silva, Serra conseguiu pautar a reta final do primeiro turno e o inicio do segundo turno com uma temática religiosa.

É um atraso gigantesco para o Brasil.

Parte dos apoiadores de Dilma acha que a campanha do PT deve fugir desse debate, recolher apoios de evangélicos e católicos, e rapidamente mudar de assunto.

Penso um pouco diferente.

É evidente que essa temática religiosa não é o que interessa para o Brasil. Mas se Serra escolheu o obscurantismo, é preciso mostrar isso à população. A esquerda, tantas e tantas vezes, foge dos enfrentamentos. Acho que desse enfrentamento não deveria fugir.

Por que ninguém do PT é capaz de dar uma resposta a Serra, deixando a Ciro Gomes a tarefa de pendurar o guiso no gato? Ciro disse -de forma muito apropriada - que o discurso de Serra é o caminho para um regime teocrático. Vejam:

(Ciro Gomes) “Por que o PSDB, que nasceu para ajudar a modernidade do País, resolveu agora advogar o Estado teocrático? O Serra tem de dizer que, na República que ele advoga, primeiro falam os aiatolás, e aí os políticos resolvem o que os aiatolás querem que seja feito.”

O Brasil, agora digo eu, precisa que se faça esse debate.

O Brasil precisa, também, comparar os resultados econômicos e sociais de FHC e Lula. Mas precisa de politização, precisa que se enfrente o pensamento conservador.

Essa é uma hora boa para desmascarar a intolerância religiosa.

Aliás, é preciso tomar cuidado ao associar “evangélicos”, apenas, a esse discurso intolerante. Não. Os ataques mais coordenados e mais perigosos partem da Igreja Católica.

É preciso – com muito cuidado e respeito pelos milhares de católicos e evangélicos que praticam a religião apenas para confortar suas almas, e para difundir o amor ao próximo – lembrar que já houve um tempo em que a religião mandava na política.

No Brasil Colonial, tivemos a Inquisição católica a prender, torturar e executar. A intolerância religiosa já matou muito – no mundo inteiro. Aprendemos isso na escola, ou deveríamos aprender (quem não se lembra da “Noite de São Bartolomeu” ,na França, pode ler algo aqui).

Já que Serra quer travar esse debate, devemos pendurar o guiso no gato, e perguntar se o que ele quer é um Estado teocrático. É isso?

Do lado de Serra, certamente ficará muita gente. Mas tenho certeza que do outro lado ficará o que há de civilizado nesse nosso país.

Na Espanha, esse debate é travado nas eleições. O PP (partido conservador) tem uma parceria muito próxima com a Opus Dei e com o catolicismo mais reacionário. O PSOE (social-democrata) não tem medo de assumir a defesa de um Estado laico – respeitando as práticas religiosas.

O PSOE ganhou eleição prometendo união civil de homossexuais. A direita católica do PP realizou marchas com quase um milhão de pessoas, contra essa plataforma. Levou bispos e padres (de batina e tudo) para as ruas. O PP tentou intimidar o PSOE. O que fez a centro-esquerda? Travou o debate, resistiu, deu uma banana para o terrorismo religioso. E ganhou.

É preciso ter coragem.

O círculo da direita se fecha: ela tem as igrejas (algumas), ela tem a velha mídia, ela tem a prática da intolerância.

“A ideologia da direita é o medo”, já nos ensinava Simone de Beauvoir.

A intolerância e o medo é que levaram o “Estadão” (que, diga-se, abre espaços para a Opus Dei) a demitir Maria Rita Kehl por ter escrito um artigo que contraria a linha oficial de “somos Serra até a morte”.

Nas redações, não há espaço para dissenso. Quem levanta a cabeça tem a cabeça cortada.

“Folha” (que censura blogs), “Estadão” (que demite colunista), “Veja” (com seu esgoto jornalístico a céu aberto) e “Globo” (sob comando de Ali “não somos racistas” Kamel) são a armada a serviço desse contra-ataque conservador. Isso já está claro há muito tempo. Mas Lula parece ter minimizado essa articulação, e acreditado que enfrentaria tudo no gogó – sem politizar o debate. Não deu certo. É preciso enfrentamento, politização.

Esse é um combate que merecer ser travado. Para ganhar ou perder. E acho que temos toda chance de ganhar.

Até porque, se Serra ganhar com esse discurso de ódio, e com esses apoios (panfletos da TFP, reuniões no Clube Militar, pregação e intolerância religiosas), o país (empresários, trabalhadores, classe média) precisa saber que teremos uma nação conflagrada durante 4 anos.

Não dá pra fazer de conta que isso não está acontecendo.

Há espaço para uma centro-direita civilizada no Brasil? Claro. Mas essa direita que avança com Serra não merece respeito. Merece ser combatida, como fazem os espanhóis e como fez o Ciro Gomes.

Com coragem.

Geografia apocalíptica



o mundo depois do apocalipse de 2012 vai ficar assim,e tem gente que cria isso. e eu posto hahaha!

sábado, 9 de outubro de 2010

Resgate mineiros Cile

http://www.telesurtv.net/noticias/canal/senalenvivo.php

Mario Quintana

Aprecio no blog Vivendo Porto Alegre, as fotos do centro mario Quintana postadas dia 29 passado.
Ai, aquele tom de rosa das paredes, o sol iluminando em diagonal dois andares com varandas de passagem.

Pedindoajuda a oswald de Andrade:

Não permita Deus que eu morra
Sem que passe por lá

Frase que ouvi hoje

Não sou um cidadão, sou apenas um contribuinte.

O programa brasileiro Bolsa Família ganha o mundo

Os bons resultados do Bolsa Família levam vários países a pedir a ajuda ao Brasil para implantar programas similares ao brasileiro.

Dá pra fazer sem desmatar, eu acho



MELBOURNE, Australia, Oct 4, 2010 (IPS) - Proponents of renewable energy say that a planned large-scale solar power plant in Australia’s northern Victoria state, which will produce enough output to provide electricity to 60,000 homes, is just a fraction of what could be achieved if federal and state governments were fully committed to harnessing solar energy.

cop10



O Ministério do Meio Ambiente levará propostas para o debate sobre o Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica – CBD, com resultados projetados para 2020. As propostas foram discutidas em plenária nacional ocorrida nos dias 16 e 17 de setembro, e reuniu 67 representantes de movimentos e organizações sociais.
A COP-10 terá como um dos principais itens da agenda a aprovação do regime internacional de acesso a recursos genéticos e aos conhecimentos tradicionais a eles associados, bem como a repartição de benefícios oriundos da exploração comercial destes ativos. A MOP-5 dará destaque ao tema dos organismos geneticamente modificados (manuseio, transporte, embalagem e identificação), além da aprovação do adendo ao Protocolo de Cartagena sobre responsabilidade e compensação.

Apesar das metas estabelecidas pelas partes não terem sido atingidas, relatório das Nações Unidas destaca a liderança do Brasil na criação de áreas protegidas, considerada um dos principais instrumentos na conservação da biodiversidade. Segundo o relatório, cerca de 75% dos 700 mil km2 de unidades de conservação criados em todo o planeta desde 2003 estão no Brasil.
O estudo também reconhece o recente avanço no combate ao desmatamento na Amazônia brasileira, que em 2009 atingiu o nível mais baixo dos últimos 20 anos. Em 2009, as imagens de satélite analisadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) verificaram o desmatamento de uma área de cerca de 7 mil km2 na região, uma redução de 74% em relação aos níveis registrados em 2004. O avanço é resultado de uma série de políticas integradas que combinam monitoramento por satélite, ações de fiscalização, criação de unidades de conservação, estímulo a atividades sustentáveis e engajamento do setor privado e sociedade civil. Para 2010, a expectativa é que a redução do desmatamento seja ainda maior.

Site oficial COP10 MOP5 (pode ser feita inscrição para acompanhar debates pela rede)
http://www.cbd.int/cop10/

Mind Games



Mind Games

Salmos desafinados




Ho fatto scalo a grado
la domenica di Pasqua
gente per le strade
correva andando a messa.
L'aria carica d'incenso
alle pareti le stazioni del calvario
gente fintamente assorta
che aspettava la redenzione dei peccati.
Agnus dei qui tollis peccata
mundi miserere
dona eis requiem.
Il mio stile è vecchio
come la casa di Tiziano a Pieve di Cadore
nel mio sangue non c'è acqua
ma fiele che ti potrà guarire.
Ci si illumina d'immenso
mostrando un poco la lingua
al prete che dà l'ostia
ci si sente in paradiso cantando dei salmi un poco stonati.
Agnus dei qui tollis peccata
mundi miserere
dona eis requiem.



Fiz uma escala em Grado
No domingo de Páscoa
Gente pela estrada
Corria andando à missa
O ar carregado de incenso
Nas paredes as Estações do Calvário
Pessoas fingidamente absortas
Que esperavam, a redenção dos pecados
Agnus dei qui tollis peccata
mundi miserere
dona eis requiem.
O meu estilo é velho
Como a casa de Tiziano em Pieve di Cadore
No meu sangue não tem água
Mas acredite que poderá te curar
Nos iluminamos do imenso
Mostrando um pouco a língua
Ao padre que dá a hóstia
Nos sentimos no paraíso cantando salmos desafinados
Agnus dei qui tollis peccata
mundi miserere
dona eis requiem.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Competência e simplicidade

Faltou o Nhac...




Na propaganda a menina NHAC nas informações. E olha que é dos anos 80, sem twitter, sem youtube, veiculada só na TV. Foi um sucesso.

Não teria sido o sucesso que foi se a menininha tivesse ficado sentada na cadeirinha de diretor, apenas.

Pesquisa 2 turno

Conversando com as pessoas aqui no meu bairro.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Chalita fala sobre a onda de boatos e mentiras contra o PT e Dilma

Rio Marcal (como era) Hungria


BUDAPESTE (AFP) - Todo o ecossistema do rio húngaro Marcal, diretamente afetado pelo vazamento de lama vermelha tóxica após um acidente industrial, foi devastado pela contaminação, anunciou o diretor regional da unidade de desastres, Tibor Dobson.
"Todo o ecossistema do rio Marcal foi destruído, porque o nível de alcalinidade muito elevado matou tudo", declarou Dobson à agência de notícias MTI.

"Todos os peixes morreram e a vegetação também não pode ser salva", completou.

O vazamento de lama tóxica provocado por um acidente industrial na Hungria atingiu nesta quinta-feira o Danúbio, ameaçando o ecossistema do rio, com uma taxa alcalina levemente superior à normal.

A análise da água na confluência do rio Raab com o Danúbio mostra uma taxa alcalina superior à normal, entre 8,96% e 9,07%, quando a normal é de 8%, segundo uma fonte dos Serviços Hídricos da Hungria.

O vazamento tóxico de lama vermelha, na segunda-feira, procedente de uma fábrica de alumínio de Ajka (160 km ao oeste de Budapeste) passou do Raab ao Danúbio pouco depois das 6H30 GMT (3H30 de Brasília), em Györ.


yahoo noticias

CORPO-IMAGEM DOS TERREIROS

Um diálogo entre pesquisadores de diversas áreas, representantes das comunidades religiosas, curadores e fotógrafos, o debate Corpo-imagem dos terreiros apresenta a fotografia no contexto dos rituais religiosos de matriz africana. Discute um repertório crítico e visual para pensar a formação dos terreiros, a experiência ritual e a produção de imagens.

Projeto contemplado pela seleção pública de debates presenciais do Programa Cultura e Pensamento 2009/2010. O objetivo é discutir a produção de imagens fotográficas, no contexto dos rituais religiosos de matriz africana e gerar um repertório capaz de pensar, criticamente, essa manifestação cultural brasileira. Tem curadoria da fotógrafa Denise Camargo com assistência de curadoria do fotógrafo Paulo Rossi. A produção-executiva é da Empresa Livre.

E é um dos desdobramentos do debate on-line Representações imagéticas das africanidades no Brasil, contemplado com o Programa Cultura e Pensamento 2007, disponível em www.studium.iar.unicamp.br/africanidades.

Informações, inscrições, depoimentos, entrevistas e transmissão ao vivo pela internet, no site: www.oju.net.br/corpoimagem.

PROGRAMAÇÃO

14/10 das 14h30 às 16h30 – Brasília (UnB Campus Universitário Darcy Ribeiro – ICC Norte, prédio Minhocão – auditório da Faculdade de Comunicação – sala 610/9 bloco A subsolo)

· Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, professor da UnB (O terreiro e o território)

· Depoimento de Roberval Falojutogun Marinho, do llê Axé Opô Afonjá, professor da Universidade Católica de Brasília (Entender o cotidiano ritual é entender a vida).

· Duda Bentes, fotógrafo e professor da UnB (Documentação visual de terreiros do Distrito Federal)

· André Vilaron, fotógrafo (Axé e imagem: um olhar complexo)

· Paulo Rossi, fotógrafo (Corpos e flores para Iemanjá)

28/10 das 15h às 17h – São Paulo (Ação Educativa – Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque)

· Reginaldo Prandi, professor da USP (O terreiro e as imagens contraditórias)

· Rina Nemenz, mãe-de-santo da Tenda de Umbanda do Caboclo Imaraji (Representação, subjetividade e experiência ritual)

· Diógenes Moura, curador de fotografia da Pinacoteca do Estado (Um obi para a cabeça do mundo: arte e religiosidade na Pinacoteca do Estado do São Paulo)

· Jorge Pupo, fotógrafo (Vodu-Santería: relações entre corpo e espiritualidade)

· Denise Camargo, fotógrafa (Um díptico no espaço ritual)

· Fernando Fogliano, artista do SCIArts e professor do Bacharelado em Fotografia Senac (Linguagem e experiência: da concretude à abstração)

11/11 das 14h30 às 16h30 – Rio de Janeiro (UFRJ – auditório Anexo do CFCH 3º andar– Av. Pasteur, 250 fundos – Praia Vermelha)

· Mohammed ElHajji, professor da UFRJ (Corpo e imagem da diáspora)

· Projeção de fotografias do fotógrafo Márcio Vasconcelos (Zeladores de voduns e outras entidades, do Benin ao Maranhão)

· Vantoen Pereira Júnior, fotógrafo (“Nego véio”, o resgate do Brasil negro)

· Mirian Fichtner, fotógrafa (Cavalo do santo: religiões afro-gaúchas)

18/11 das 18h30 às 20h30 – Salvador (UFBA/CEAO – Auditório Milton Santos, do Centro de Estudos Afro-Orientais – Praça Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho)

· Marco Aurélio Luz, Ilê Asipá e professor da UFBA (A dinâmica da civilização afro-brasileira)

· Adenor Gondim, fotógrafo (Eu fui escolhido: imagem, crença, sincretismo)

· Aristides Alves, fotógrafo (No terreiro de Mutá Lambô we Kaiango: uma experiência de fotografia e edição)

· Bauer Sá, fotógrafo (Retratos: identidade, corpo e presença)

· Marcelo Bernardo da Cunha, coordenador do Museu Afro, professor do CEAO/UFBA (Iconografias e identidades afro-brasileiras)

Evento gratuito.

Todos os debates serão transmitidos ao vivo no site www.oju.net.br/corpoimagem.

Haverá certificado de participação, inclusive para os participantes on-line.

SOBRE O CULTURA E PENSAMENTO

Cultura e Pensamento é um programa nacional de estímulo à reflexão e à crítica cultural, que seleciona e apóia projetos de debates presenciais e publicações.

Coordenado pela Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, seu objetivo é dar suporte a iniciativas que proponham questões e alternativas para as dinâmicas culturais do país. Os editais Cultura e Pensamento têm patrocínio da Petrobras, com realização da Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão – FAPEX e da Associação dos Amigos da Casa de Rui Barbosa.

O conteúdo dos debates e das publicações produzidos por meio do Programa encontra-se disponível no portal www.culturaepensamento.net.br
Produção
DENISE CAMARGO
www.oju.net.br /corpoimagem oju.cultural@gmail.com

'Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente'

O 'ILUMINISMO' DEMOTUCANO:
DEPOIS DO ABORTO, A CAÇA ÀS 'BRUXAS'

ESTADÃO DEMITE MARIA RITA KHEL

"Fui demitida pelo jornal o Estado de S. Paulo pelo que consideraram um "delito" de opinião (...) Como é que um jornal que anuncia estar sob censura, pode demitir alguém porque a opinião da pessoa é diferente da sua?"[entrevista ao portal Terra]

Artigo que motivou a demissão criticava a desqualificação dos votos dos pobres pelos ricos

Trechos do artigo de Maria Rita Khel, 'Dois Pesos"

'Não se fazem mais pés de chinelo como antigamente'

"O argumento já é familiar ao leitor: os votos dos pobres a favor da continuidade das políticas sociais implantadas durante oito anos de governo Lula não valem tanto quanto os nossos. Não são expressão consciente de vontade política. Teriam sido comprados ao preço do que parte da oposição chama de bolsa-esmola".

Carta Maior

Trechos de artigo da psicanalista Maria Rita Kehl: Terra

Comissão de Justiça e Paz condena grupos que, em nome da fé cristã e da CNBB, induzem fiéis contra Dilma

Brasília Confidencial

07/10/2010

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgou ontem uma nota pública em que condena o uso da fé cristã no processo eleitoral. A publicação do documento sucede a ampla divulgação de acusações contra a candidata Dilma Rousseff (PT).

“Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente”, afirma a nota em que é criticada também uma manifestação da Regional Sul 1 da CNBB, que não recomendou o voto em Dilma. O comando nacional da CNBB condenou o texto da regional e ressaltou que ele não representa o pensamento da entidade.

“Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência da Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias”, denuncia a Comissão Brasileira de Justiça e Paz.

É o seguinte, na íntegra, o pronunciamento da CBJP:

Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz

O MOMENTO POLÍTICO E A RELIGIÃO

“Amor e Verdade se encontrarão. Justiça e Paz se abraçarão” (Salmo 85

“A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP) está preocupada com o momento político na sua relação com a religião. Muitos grupos, em nome da fé cristã, têm criado dificuldades para o voto livre e consciente. Desconsideram a manifestação da presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil de 16 de setembro, “Na proximidade das eleições”, quando reiterou a posição da 48ª Assembléia Geral da entidade, realizada neste ano em Brasília. Esses grupos continuaram, inclusive, usando o nome da CNBB, induzindo erroneamente os fiéis a acreditarem que ela tivesse imposto veto a candidatos nestas eleições.

Continua sendo instrumentalizada eleitoralmente a nota da presidência do Regional Sul 1 da CNBB, fato que consideramos lamentável, porque tem levado muitos católicos a se afastarem de nossas comunidades e paróquias.

Constrangem nossa consciência cidadã, como cristãos, atos, gestos e discursos que ferem a maturidade da democracia, desrespeitam o direito de livre decisão, confundindo os cristãos e comprometendo a comunhão eclesial.

Os eleitores têm o direito de optar pela candidatura à Presidência da República que sua consciência lhe indicar, como livre escolha, tendo como referencial valores éticos e os princípios da Doutrina Social da Igreja, como promoção e defesa da dignidade da pessoa humana, com a inclusão social de todos os cidadãos e cidadãs, principalmente dos empobrecidos.

Nesse sentido, a CBJP, em parceria com outras entidades, realizou debate, transmitido por emissoras de inspiração cristã, entre as candidaturas à Presidência da Republica no intento de refletir os desafios postos ao Brasil na perspectiva de favorecer o voto consciente e livre. Igualmente, co-patrocinou um subsídio para formação da cidadania, sob o título: “Eleições 2010: chão e horizonte”.

A Comissão Brasileira Justiça e Paz, nesse tempo de inquietudes, reafirma os valores e princípios que norteiam seus passos e a herança de pessoas como Dom Helder Câmara, Dom Luciano Mendes, Margarida Alves, Madre Cristina, Tristão de Athayde, Ir. Dorothy, entre tantos outros. Estes, motivados pela fé, defenderam a liberdade, quando vigorava o arbítrio; a defesa e o anúncio da liberdade de expressão, em tempos de censura; a anistia, ampla, geral e irrestrita, quando havia exílios; a defesa da dignidade da pessoa humana, quando se trucidavam e aviltavam pessoas.

Compartilhamos a alegria da luz, em meio a sombras, com os frutos da Lei da Ficha Limpa como aprimoramento da democracia. Esta Lei de Iniciativa Popular uniu a sociedade e sintonizou toda a igreja com os reclamos de uma política a serviço do bem comum e o zelo pela justiça e paz.

Brasília, 06 de Outubro de 2010.
Comissão Brasileira Justiça e Paz,

Organismo da CNBB”

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

descriminar (De+criminar - Aurélio) não é o mesmo que liberar (Do latim liberatione - Aurélio)

Dilma refere-se á questão do aborto como um caso de saúde pública. Ela é, pessoalmente, contra o aborto, mas acredita na necessidade de tratar do assunto como questão de saúde pública nos casos previstos por Lei.



Já o Padre (do latim pater = pai)que ascendeu ao cargo de bispo, Dom Luis, distorce a idéia, substituindo o termo descriminar por liberar. Como religioso teve ótima educação e sabe distinguir o significado de um termo, do significado do outro. Mas, por má Fé (com maiúscula mesmo)agiu ciente de sua atitude, sabendo ser apoiado pelos fiéis ignorantes e pelos conhecedores do termo. Foi ouvido, seja por temor genuíno (que não quer dizer inteligente) ao Senhor, seja por interesses maiores (que extrapolam a esfera da Fé).(O panfleto da TFP distribuído num encontro tucano usa o termo legalizar.)



Note que no vídeo de Dilma, há a possibilidade de inserir comentários, e que no vídeo "defesadavida" esse campo foi desativado.

após a mensagem deixe seu recado

Sea Shepherd Brasil






Batizado de Operação Biguá Sujo Não!, o ato pacífico terá a participação de centenas de pessoas contrárias à construção do estaleiro e uma frota de cerca de 50 embarcações. Os barcos, que irão zarpar de Biguaçu, navegarão com a bandeira pirata da Sea Shepherd desfraldada nos mastros. A ação ocorre durante todo o dia de sábado. Na praia de Jurerê, estarão presentes Embaixadores do Mar como Karol Meyer, campeã mundial de mergulho em apnéia, moradora da região e defensora do meio ambiente, e Erick Wilson, artista plástico do Oceano Art. Wilson, conhecido por grandes pinturas da vida marinha, irá produzir em Jurerê uma tela gigante retratando a vida marinha ameaçada pelos interesses de Eike Batista e da OSX.Durante a ação, as pessoas presentes serão convidadas a fincar bandeiras de Sea Shepherd nas areias de Jurerê, simulando um cemitério junto à orla. A representação pretende alertar para o que, de fato, poderá se transformar um dos mais belos cenários de Florianópolis se o estaleiro for implantado na região: uma área sem vida e miserável. Além de ser um dos mais importantes destinos turísticos do país, a região abriga uma reserva biológica, uma reserva ecológica e uma área de proteção ambiental.

O Instituto Sea Shepherd Brasil (ISSB) - Guardiões do Mar - integra a Sea Shepherd Conservation Society (SSCS), a primeira ONG de proteção dos mares. Atualmente, a Sea Shepherd é considerada a ONG mais ativista do mundo e conta com a participação efetiva de milhares de voluntários em todo o mundo.

Mais informações com: Hugo Malagoli, 51-3251-4626; hugo@seashepherd.org.br

WWW.SEASHEPHERD.ORG.BR

Lembretes para o 2º turno de 2010 - Por Flavio Aguiar

05/10/2010 09:52

"Peço licença para hoje tratar diretamente de assunto da nossa política... interna: eleição 2010.



Aos meus amigos verdes, gostaria de lembrar que Fernando Gabeira já declarou apoio a Serra, o que mostra como de fato ele considera Marina da Silva e as instâncias do próprio partido.

Assim como a causa ambiental, uma vez que entre Serra/DEM/Índio da Costa e causas ambientais há uma distância de anos-luz.

É bom lembrar também que Serra ganhou nos estados do chamado “espinhaço do agro-business”, que vai de Santa Catarina a Rondônia. Isso permite uma bela previsão do que vai ser o seu governo, muito mais do que frases sem cabeça nem pé.

A propósito de anos-luz: o que ajudou a empurrar Serra para o segundo turno, dando mais votos a Marina, foi a campanha obscurantista, retrógrada, caluniosa e que usa o nome de todas as religiões em vão, acusando, por exemplo, Dilma Rousseff de ser a favor do aborto.

Aos preocupados com a liberdade de imprensa, lembro que na mídia que apóia a candidatura de Serra, velada ou abertamente, desde 2006 tornaram-se comuns as “operações limpeza” (inclusive a pedido), eliminando jornalistas (inclusive de renome) dissidentes (como durante a ditadura) ou que não tocavam de acordo com a música.

Já a quem se preocupe com política externa, lembro que, se Serra levar a sério suas declarações durante a campanha, erguerá uma cortina de ferro nas fronteiras do nosso país, acabando com a integração continental. Sem falar que retornaremos aos tempos do beija-mão e da barretada à potência de plantão. O Brasil vai perder todo o prestígio que acumulou nos últimos anos. Vai murchar em matéria de contatos com a África, Ásia, Oceania e América Latina, sem que isso signifique uma melhor posição diante da Europa ou da América do Norte.

Se a preocupação for com a idéia de que “é bom alternar quem está no poder”, sugiro que comecemos por pensar no caso de S. Paulo, o segundo orçamento da nação, que completará vinte anos sob a batuta da coligação PSDB/DEM, com resultados precários na educação, saúde e segurança.

Para quem ache que “é tudo a mesma coisa”, lembro que a arte da política (de acordo, entre outros, com Gramsci) é a de discernir as diferenças para além das aparentes semelhanças, e que essas diferenças aparecem mais pelo acúmulo de atos do que pelo de palavras e promessas.

Lembro ainda que, devido aos resultados do primeiro turno, uma vitória de Serra vai transformar o governo federal em cabide para uma penca de políticos subitamente desempregados da sua coligação, que já deviam estar defenestrados (pelo voto, como foram) da nossa vida pública há muito tempo.

É bom não esquecer que Serra não apresentou qualquer programa. Mas seu último ato significativo no governo de S. Paulo foi a privatização da Nossa Caixa, brecada porque adquirida pelo Banco do Brasil. Isso é um bom prognóstico para o que vai acontecer com o Banco do Brasil. Caixa Econômica Federal, Petrobrás, etc.

Ao invés de programas, Serra distribuiu gestos e palavras a esmo. Dizer que quem fuma é contra Deus, puxar Ave Maria em missa, falar em austeridade fiscal e ao mesmo tempo prometer aumentos vertiginosos do salário mínimo, dizer que tem preocupação ambiental e ao mesmo tempo prometer no Pará que vai mexer na legislação que protege a Amazônia não é um programa nem um bom começo para quem quer alardear honestidade política e coerência.

E por aí se vai.

Dilma, por sua vez, defende um programa (que pôs em prática) ao mesmo tempo social e austero, demonstrou ser uma candidata de idéias próprias e não um factóide de si mesmo que fica esgrimindo promessas a torto (sobretudo) e a direito. Foi atacada, caluniada, difamada e manteve a linha o tempo inteiro (ao contrário de Serra, que seguido perdeu a linha quando confrontado com perguntas incômodas), não recorreu a esses golpes baixos tão típicos das campanhas da direita. Não é o caso de se concordar com ela em tudo. Mas Dilma é diálogo.

Leia, medite e passe adiante, se achar que é o caso. Obrigado pelo seu tempo. "

http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-do-velho-mundo

Padre e bispos da CNBB-SP cometeram crime eleitoral

Carta Maior: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17026


Integrantes de ala ultra-conservadora da Igreja Católica distribuíram panfleto na saída de missas e fizeram proselitismo contra a candidata Dilma Rousseff, no dia da eleição. O bispo de Jales, Demétrio Valentini, denunciou que integrantes da Regional Sul da CNBB, entre eles o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga (foto) articularam trama para induzir os fiéis a acreditar que o panfleto expressava posição da CNBB, o que foi negado pela direção da entidade. “A nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, denunciou o bispo de Jales. Prática constitui crime eleitoral punível com detenção de seis meses a um ano.

Marco Aurélio Weissheimer

O padre Paulo Sampaio Sandes, articulado com o bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga, e um grupo de outros integrantes da ala ultra-conservadora da Igreja Católica cometeram crime eleitoral no domingo (3), dia da realização do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil. Conforme matéria de Maria Inês Nassif, publicada no jornal Valor Econômico (04/10/2010), Sandes, Gonzaga e outros elementos distribuíram propaganda eleitoral e fizeram proselitismo em espaço público valendo-se de sua condição de religiosos contra a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, que, na avaliação dos citados, seria contrária aos “valores cristãos”.

Esse tipo de prática é expressamente proibido pela legislação eleitoral brasileira. O panfleto distribuído pelos religiosos no dia da eleição é assinado pelos bispos Dom Nelson Westrupp, Dom Benedito Beni dos Santos e Dom Airton José dos Santos.

O artigo 37, da Lei n° 9.504, proíbe esse tipo de manifestação em bens de uso comum. O parágrafo 4°, do referido artigo, inclui os templos religiosos nesta categoria:

“Bens de uso comum, para fins eleitorais, são os assim definidos pela Lei n° 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil e também aqueles a que a população em geral tem acesso, tais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios, estádios, ainda que de propriedade privada”.


E o artigo 39, da mesma lei, afirma que:

“Constituem crimes, no dia da eleição, puníveis com detenção, de seis meses a um ano, com a alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa no valor de cinco mil a quinze mil UFIR”:

(…)

II – a distribuição de material de propaganda política, inclusive volantes e outros impressos, ou a prática de aliciamento, coação ou manifestação tendentes a influir na vontade do eleitor.

II – a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna

III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos, mediante publicações, cartazes, camisas, bonés, broches ou dísticos em vestuário.

III – a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.

A matéria relata que, no dia da eleição, o padre Paulo Sampaio Sandes expôs na homilia o suposto veto da Igreja Católica brasileira a Dilma e a todos os candidatos do PT. Segundo informa Maria Inês Nassif, o padre Paulo faz parte de uma congregação tradicional que é contra, entre outras coisas, o aborto, a união civil de homossexuais e a adoção de crianças por casais de homossexuais. Na saída da missa, o padre distribuiu uma carta onde a regional da CNBB pede aos fies que não votem em candidatos que defendem o aborto, nomeando os candidatos petistas. Não foi um caso isolado.

O bispo de Jales, Demétrio Valentini (foto), denunciou que integrantes da Regional Sul, contando com a conivência de alguns bispos, articularam uma trama para induzir os fiéis paulistas a acreditarem que a CNBB nacional tinha imposto um veto aos candidatos do PT nessas eleições, o que é negado pela direção da entidade. “Estamos constrangidos, pois a nossa instituição foi instrumentalizada politicamente com a conivência de alguns bispos”, disse Valentini ao Valor.

A Regional Sul 1, que abrange as dioceses do Estado de São Paulo, recomendou que às paróquias que distribuíssem o “Apelo aos Brasileiros”, que acusa o PT de ser parceiro do “imperialismo demográfico representado por fundações norteamericanas” e de “apoiar o aborto”. Apesar do desmentido da CNBB nacional, o documento foi distribuído em diversas igrejas de São Paulo, causando, segundo a opinião de diversos analistas e da maioria dos meios de comunicação um considerável prejuízo à candidata.

II livro da poética de Aristóteles - o Nome da Rosa - Umberto Eco

Il riso uccide la paura e senza la paura non ci puo essere la fede.
Senza la paura del demonio non c´e piu necessitá del temor di Dio.

è uma fala localizada na Idade Média, mas é um conceito que chegou ao século XXI.


In taberna quando sumus - Carmina Burana - Carl Orff




In taberna quando sumus,
non curamus quid sit humus,
sed ad ludum properamus,
cui semper insudamus.
quid agatur in taberna
ubi nummus est pincerna,
hoc est opus ut quaeratur;
si quid loquar, audiatur.

Quidam ludunt,
quidam bibunt,
quidam indiscrete vivunt.
sed in ludo qui morantur,
ex his quidam denudantur,
quidam ibi vestiuntur,
quidam saccis induuntur;
ibi nullus timet mortem,
sed pro Baccho mittunt sortem.

Primo pro nummata vini;
ex hac bibunt libertini;
semel bibunt pro captivis,
post haec bibunt ter pro vivis,
quater pro Christianis cunctis,
quinquies pro fidelibus defunctis,
sexies pro sororibus vanis,
septies pro militibus silvanis.
octies pro fratribus perversis,
nonies pro monachis dispersis,
decies pro navigantibus,
undecies pro discordantibus,
duodecies pro paenitentibus,
tredecies pro iter agentibus.

Tam pro papa quam pro rege
bibunt omnes sine lege.
Bibit hera, bibit herus,
bibit miles, bibit clerus,
bibit ille, bibit illa,
bibit servus cum ancilla,
bibit velox, bibit piger,
bibit albus, bibit niger,
bibit constans, bibit vagus,
bibit rudis, bibit magus,
Bibit pauper et aegrotus,
bibit exul et ignotus,
bibit puer, bibit canus,
bibit praesul et decanus,
bibit soror, bibit frater,
bibit anus, bibit mater,
bibit ista, bibit ille,
bibunt centum, bibunt mille.

Parum sescentae nummatae
durant cum immoderate
bibunt omnes sine meta,
quamvis bibant mente laeta;
sic nos rodunt omnes gentes,
et sic erimus egentes.
qui nos rodunt confundantur
et cum iustis non scribantur.

Os palanques e os estúdios

06/10/2010

ROBSON BARENHO

Celebrante da missa transmitida às 6 horas de ontem pela TV Canção Nova em Cachoeira Paulista, o padre José Augusto valeu-se de sua homilia para conclamar os telespectadores nos seguintes termos:

não votem no PT;

a) o PT é contra a vida;

b) o PT quer proibir o uso de símbolos religiosos;

c) o PT quer impor que a Igreja celebre casamento de homosexuais;

d) o PT quer proibir que os padres falem contra os homosexuais;

e) o PT é assassino. “Se eu desaparecer, vocês já sabem quem foi!”;

f) católico que votar no PT, no segundo turno, está excomungado.

Produzido e largamente disseminado durante o primeiro turno da disputa presidencial, esse discurso fraudulento e panfletário se espalhou e ganhou crédito de parcela do eleitorado graças a algo próximo a uma atitude contemplativa da campanha petista. Evidentemente mantido para o segundo turno, talvez se constitua no maior desafio a ser enfrentado por Dilma Rousseff e seus assessores, conselheiros, aliados, militantes e eleitores.

Aparentemente, a campanha de Dilma subestimou ou mesmo ignorou, durante o primeiro turno, o caráter massivo da divulgação de acusações, falsas ou não, de natureza religiosa e de natureza ética e/ou política. E, aparentemente por esse equívoco de avaliação, deixou de fora do debate e, portanto, alheio a esses temas, o mais poderoso instrumento de que dispunha para reagir às denúncias: o espaço de propaganda eleitoral no rádio e, sobretudo, na TV.
Em diversos momentos da disputa, o debate da campanha e o programa de propaganda de Dilma pareceram elementos de mundos diferentes. Grosso modo, foi como se houvesse uma campanha nas ruas e outra na TV, ou no cinema; como se houvesse uma campanha real e outra fictícia. Não por acaso, o último programa de TV da campanha de Dilma foi praticamente igual ao primeiro, como se nada houvesse ocorrido no tempo e no ambiente eleitoral, entre um e outro.

A campanha difamatória a Dilma, iniciada na internet já na metade do ano passado e, a cada dia, mais intensificada ao longo do primeiro turno, inclusive nos espaços de propaganda da oposição em diferentes mídias, foi praticamente ignorada pelos programas petistas de rádio e de TV. Ao longo e massivo ataque de religiosos, em centenas ou milhares de púlpitos e de palanques eletrônicos, a propaganda petista contrapôs, a rigor, não mais do que um brevíssimo pronunciamento do presidente Lula.

Em resumo, enquanto Dilma apanhava de múltiplos opositores e por todos os meios de comunicação de que eles dispunham, sua campanha desprezava os únicos espaços e meios que lhe permitiriam se contrapor, também massivamente, aos ataques que lhe eram dirigidos – os horários de propaganda na TV, sobretudo, e também o rádio. A rigor, nem as reações da própria Dilma a seus críticos e, não raramente, a seus agressores foram veiculadas nos espaços do PT.

O período de propaganda eleitoral voltará ao ar com mudanças exigidas por lei, como a igualdade do tempo a ser ocupado pelos candidatos. E, no caso da campanha de Dilma, será surpreendente se o espaço em rádio e TV continuar parcialmente desperdiçado pela veiculação de conteúdo alheio à campanha travada fora dos estúdios.

http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/?p=22203

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

As mulheres e seus maridos... Consuelo Leandro

Já somos mais de 47 milhões com Dilma

Como você já sabe, nossa candidata, Dilma Rousseff, foi a grande vencedora do primeiro turno da eleição para presidente da República. Com sua ajuda, Dilma conquistou nas urnas, no último domingo, 47.651.434 votos, o equivalente a 46,9% dos votos válidos.




Faltou muito pouco para a festa ser completa e definitiva. Mas temos certeza que com o seu apoio vamos eleger, no próximo dia 31, a primeira mulher presidenta do Brasil.

É hora de manter a militância acesa e jamais desanimar. Pegue sua bandeira, seus adesivos e vá para as ruas defender a proposta do governo Lula, que mudou o país de forma profunda, retirando milhões da miséria e elevando outros tantos à classe média.

Participe das discussões nas redes socais. Defenda Dilma das mentiras com que adversários sem argumentos atacam nossa candidata. Alerte seus amigos contra as baixarias e as promessas de última hora de quem nunca defendeu o povo.

Busque informações nos sites Dilma13, ParticipaBR, Dilmanarede, Mulheres com Dilma e Galera da Dilma. E deixe conosco suas sugestões para o Brasil seguir mudando.

Acompanhe os Twitters @dilmabr, @dilmanaweb, @dilmanarede, @galera_dilma, @mulheres_dilma e @participabr.


Fonte:
Equipe Dilma13

Eu quero defender toda aquela corrupção

domingo, 3 de outubro de 2010

segundo turno

To saindo pra votar...

Canto con todos



Salgo a caminar
Por la cintura cósmica del sur
Piso en la región
Más vegetal del tiempo y de la luz
Siento al caminar
Toda la piel de América en mi piel
Y anda en mi sangre un río
Que libera en mi voz
Su caudal.

Sol de alto Perú
Rostro Bolivia, estaño y soledad
Un verde Brasil besa a mi Chile
Cobre y mineral
Subo desde el sur
Hacia la entraña América y total
Pura raíz de un grito
Destinado a crecer
Y a estallar.

Todas las voces, todas
Todas las manos, todas
Toda la sangre puede
Ser canción en el viento.

¡Canta conmigo, canta
Hermano americano
Libera tu esperanza
Con un grito en la voz!

Sociedade brasileira evoluiu mais que partidos, diz Cepal

Em entrevista à Deutsche Welle, Sonia Montaño, responsável pela Divisão dos Assuntos de Gênero da Cepal e coordenadora do estudo, explicou que, nas últimas décadas, a situação da mulher na América Latina melhorou em vários aspectos.
Mais:
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6042358,00.html

Curios@? Vai lá conferir...

http://www.youtube.com/watch?v=Bmxyj6iInMc&feature=related

sábado, 2 de outubro de 2010

Classificação do sujeito

Sujeito:
- determinado que pode ser Simples, Composto,Oculto.
- indeterminado: é aquele que não se pôde ou não se quis apontar e que também não se pode identificar pelo contexto ou pela terminação verbal.
- nulo: apesar de ser essencial o sujeito pode não existir.

História das eleições no Brasil

http://www.tse.gov.br/institucional/biblioteca/site_novo/historia_das_eleicoes/capitulos/eleicoes_brasil/eleicoes.htm

Quem?

Às vésperas das eleições, a menina que trabalha como caixa no supermercado da Teodoro Sampaio não sabem em quem vai votar.

As campanhas funcionaram? Quem mais precisa dos benefícios sociais como acesso à escola, saúde, formação profissional, não tem opinião.

US to apologize for ‘atrocious’ STD experiments in Guatemala

leia: http://www.rawstory.com/rs/2010/10/apologize-atrocious-std-experiments-guatamala/


fonte:



fonte: http://www.antifascistencyclopedia.com/allposts/human-experimentation-us-to-apologize-for-medical-atrocities-in-guatemala

Bebés no sufrieron afecciones durante incidentes del jueves

Sábado, 2 de Octubre de 2010

Tres horas de angustia vivió una mujer en el Hospital de la Policía Nacional cuando la balacera entre militares y policías se desató el pasado jueves en esa casa de salud. María (nombre protegido) dio a luz el martes, su hijo nació de 36 semanas por lo que permanecía en una termocuna.

Horas antes del enfrentamiento lo llevaron a la habitación. “Cuando escuchamos la balacera, mi esposo, el bebé y yo nos encerramos en un baño del piso tapamos la ventana con unas cobijas para que mi bebé no pueda inhalar el gas era una desesperación tan grande, y del miedo a mí se me agudizó el dolor de la herida”, manifestó la paciente.

Leonardo Bravo, jefe de Pediatría, del Hospital de la Policía dijo que siete menores de edad se encontraban en el piso tercero en donde permaneció el Presidente. “Por la situación de los gases lacrimógenos los niños no presentaron ninguna afectación en su salud. Algunas madres vivieron situaciones de pánico pero pudo ser controlado por los médicos y las enfermeras”, señaló.

Mais notícias: http://www.todoslosdiarios.com/noticias-do-dia/Ecuador/Diario/LaHoraEcuador/02-10-2010/Noticias-do-dia-Diario-La-Hora-del-02-10-2010.html

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

COMUNICADO DE LA PRESIDENCIA DE LA REPUBLICA DEL ECUADOR


EL GOBIERNO ECUATORIANO AL MUNDO:

Ante el escenario de un intento de desestabilización del sistema democrático ecuatoriano, ocasionado por la insubordinación de elementos de la fuerza pública se hace conocer a la comunidad internacional:

El día de hoy, un grupo de policías de tropa decidió violentar la constitución y las leyes, al insubordinarse sin previo aviso, con la excusa de rechazar la aprobación en la Asamblea Nacional de una normativa que regula a todo el sector público. Esta acción ilegal, impulsada por grupos que persiguen la ruptura de orden democrático tiene como objetivo final interrumpir un proceso histórico de cambio político, económico y social que cuenta con el indiscutible apoyo mayoritario de las ciudadanas y ciudadanos del Ecuador.

La lucha del gobierno de la Revolución Ciudadana trasciende el espacio nacional bajo los principios universales de democratización y consagración de la igualdad y la soberanía de todos los pueblos, y se materializa a través de políticas sociales que han marcado un hito en la historia de este país:

1. Más de 6.000 millones de dólares invertidos para asegurar una atención de salud gratuita y de calidad.

2. Defensa de los derechos de los trabajadores: Eliminación de toda forma de explotación y precarización laboral, incremento de las remuneraciones para conseguir un salario digno para todos los ecuatorianos. (Los ingresos de la tropa policial se han duplicado en este gobierno).

3. Más de 5.613 millones de dólares en créditos para el desarrollo empresarial con énfasis en la pequeña y mediana empresa.

4. Más de 200 mil familias beneficiadas con subsidios de vivienda.

La soberanía radica en el pueblo, cuya voluntad es fundamento de la autoridad y se ejerce a través de los legítimos órganos del poder público. Por tanto, es derecho irrenunciable de ese mismo pueblo defender, como lo está haciendo, la vigencia irrestricta de la Democracia y la continuidad del Gobierno al que ellos han encomendado soberanamente la dirección del Estado ecuatoriano.

Reafirmamos el compromiso público que expresó el Presidente Correa de defender la Democracia y el proceso de cambio de la Revolución Ciudadana hasta las últimas consecuencias. Jamás cederemos ante las presiones golpistas de los grupos económicos y políticos que conspiran tras la acción de ciertos miembros de la Policía Nacional.

La Revolución Ciudadana pertenece al pueblo, y contra el pueblo ninguna conspiración podrá triunfar jamás.

http://www.ecuador.org/blog/?p=881


Radio Vision 91.7 Ecuador: http://www.radiovision.com.ec/al_aire.php

Post-it cor-de-rosa sobre gestão pública - Brasília

ACTA - Tokyo - medicamentos genéricos

http://keionline.org/acta

Plan Ceibal Uruguay

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MANIFESTO AO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Por Iremar Melo
Diretor de Teatro, Produtor Cultural, Observador Cultural e Pesquisador Teatral.
Forum_Teatro
O candidato a presidência da república pelo PSDB, José Serra numa atividade política exagerou ao dizer : “se eleito, triplicarei o orçamento do Ministério da Cultura”. Ele destacou que, durante sua passagem pelo governo paulista, multiplicou por três o orçamento da pasta e que hoje a Secretaria de Cultura do Estado tem orçamento maior que o federal. Vamos lá.

A Secretaria de Cultura do estado de São Paulo está lá, jogada as traças com parcos investimentos financeiros. O Conselho Estadual de Cultura ninguém sabe o que acontece. O PROAC-ICMS, importante instrumento de multiplicação e democratização da cultura está desativado. O PROAC está fora do ar por algum tempo. Alguns programas foram "desativados".

A Secretaria de Cultura desde a época da Sra. Claudia Costin andou aos trancos e barrancos. Não contribuiu expressivamente. Além disso, desmantelou o Conselho Estadual de Cultura. Mais para frente o governador, do estado de São Paulo José Serra, segundo o jornal O Estado de São Paulo 31/05/2007, extinguiu as treze delegacias regionais de cultura que abrangia os quatrocentos municípios dentro do estado de São Paulo. Vai ver que era por causa da quantidade de delegacias que representavam na sua totalidade o treze. Informação de desativação foi veiculada no mesmo jornal que publicou em seu editorial do dia 25/09/2010 em Notas e Informações apoio ao candidato José Serra, refutando assim a tendência partidarista de jornais discutida em toda mídia e criticada pelo presidente da república.

Quando o governo federal em 2005/06 lançou a 1ª Conferência Nacional de Cultura, o governo do estado de São Paulo nada fez para que os municípios participassem dessa importante ação promovida pelo governo LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA na figura do Ministro Gil na época. Vale lembrar que o orçamento da cultura no governo federal saltou de R$ 287 milhões, em 2003, para R$ 2,2 bilhões, em 2010. A renúncia fiscal saiu de R$ 400 milhões para mais de R$ 1 bilhão. O governo federal abriu outros editais.

A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo deveria se preocupar em agilizar suas questões culturais e seus programas. O PROAC-ICMS está suspenso por falta de verba. Daí o governo do estado de São Paulo resolveu paralisar o Programa de Ação Cultural. Está lá no site para quem quiser ver. A verdade é que faltou projeção financeira para posteriores eventualidades. Faltou planejamento orçamentário, articulação entre secretarias de Cultura, de Planejamento, de Finanças entre outras secretarias.

O governador do estado de São Paulo deveria se preocupar em melhorar sua Secretaria de Cultura, aumentar a verba da cultura, bem como voltar com as Delegacias Regionais de Cultura e parar de colocar cabos eleitorais do partido para gerirem esses importantes órgãos públicos.

A revolução precisa ser feita lá na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Lá que deve ser feita uma revolução.

O PAC- na época, agora PROAC, saiu de uma mobilização do Conselho de Entidade Cultural, onde estávamos há mais de três anos lutando para um fundo estadual de cultura, que ao que parece resultou no PAC/PROAC. Com muito custo, as associações e entidades do setor cultural penaram para que isso acontecesse. Foram feitas várias pressões, idas e vindas na assembléia legislativa do estado de São Paulo para que a coisa
caminhasse. Houve uma grande mobilização e articulação para que o estado de São Paulo tivesse algo decente.

Ainda assim o PROAC-SP anda capengando por falta de recursos financeiros.
Os programas onde participam profissionais, têm que ficar esperando sentados para receberem seus parcos cachês e às vezes atrasados.

O programa de cultura do estado de São Paulo deixa a desejar. Não existe debate político nesse governo. Não alcança aos pelos menos 645 municípios do estado de São Paulo. Claro, é difícil trabalhar com esse número, mas pelo menos trabalhar com algo expressivo.

A Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo está fincada, sediada, estabilizada no coração de São Paulo, um dos estados mais ricos do Brasil e 1ª economia da América Latina e anda sem recursos expressivos para pagar profissionais, aumentar cachês, aumentar verba de programas, contratar mais profissionais, criar programas com bons investimentos, abrir edital para contratar mais servidores, pagar bem os servidores e renovar projetos aumentado valores.

Caro governador do estado de São Paulo e futuro governador, use de suas atribuições e comece a limpar a casa. Contrate, faça substituições, nomeie, cobre resultados, aumente a verba da cultura do estado de São Paulo. Mostre trabalho. Queremos investimento na Cultura do Estado de São Paulo.

Vamos torcer para que o próximo governador do estado de São Paulo trabalhe de verdade para a cultura.

Genéricos ameaçados

Os governos mais ricos do mundo estão negociando esta semana um acordo secreto que poderá restringir a comercialização de medicamentos genéricos essenciais. Milhões de pessoas pobres dependem destes medicamentos para tratar doenças como a malária e o HIV. Se o acordo for adiante, muitas pessoas não terão mais acesso a remédios de baixo custo, colocando milhões de vidas em risco.

Um dos principais alvos deste tratado é o Brasil, que está sendo intencionalmente excluído do processo, junto com a China e a Índia. O tratado deverá definir regras para vários assuntos como transgênicos, a Internet e medicamentos. Os países responsáveis estão se apressando para fechar um acordo antes que haja uma revolta da opinião pública, mas as notícias sobre o tratado vazaram e a oposição está crescendo.

As nossas vozes podem trazer este absurdo à tona. A pressão popular já conseguiu parar negociações comerciais injustas antes. Agora podemos novamente garantir que nenhum acordo injusto seja assinado em reuniões fechadas. Assine a petição agora por um processo aberto e justiça para medicamentos genéricos – a Avaaz e parceiros irão entregar a petição semana que vem nas negociações em Tóquio.

Assine e divulgue:
http://www.avaaz.org/po/acta/?vl
O chamado ACTA, Acordo Comercial Anti Falsificações, foi intencionalmente mantido fora dos holofotes públicos. Mas agora ele vazou e defensores da saúde pública e da liberdade na Internet estão soando o alarme. Nas últimas semanas a China, Índia e o Parlamento Europeu começaram a criticar o acordo.

O acordo proposto é bem preocupante, mas a sua parte mais absurda se refere aos genéricos. O ACTA trataria muitos medicamentos “genéricos” e "falsificados" de forma idêntica, sujeitando os genéricos às mesmas táticas de “apreensão e destruição” aplicadas aos medicamentos falsificados.

Gigantes da indústria farmacêutica afirmam que isto é necessário para proteger os consumidores - mas eles mesmos vendem versões genéricas de medicamentos cujas patentes expiraram. Os medicamentos genéricos, que são muitas vezes 90% mais baratos, não são inerentemente mais ou menos seguros do que os medicamentos de marca. O que está em jogo é o lucro das empresas farmacêuticas versus a vida das pessoas pobres.

A mobilização popular em massa já conseguiu interromper ações similares de grandes empresas farmacêuticas e governos ricos. Não vamos deixar alguns países decidir o destino de milhões de vidas em acordos secretos.

Leia mais sobre o ACTA:

A luta entre ricos e pobres em torno da propriedade intelectual:
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=16757

Como o ACTA ameaça nossa liberdade:
http://www.outraspalavras.net/?p=921

ACTA: o tratado anti-pirataria que a Casa Branca não quer que o público conheça:
http://remixtures.com/2009/10/acta-o-tratado-anti-pirataria-que-a-casa-branca-nao-quer-que-o-publico-conhececa/

Países não se entendem sobre lei supranacional de repressão à pirataria:
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/02/25/paises-nao-se-entendem-sobre-lei-supranacional-de-repressao-a-pirataria/