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Se compreender é impossível, conhecer é necessário.
Primo Levi

“Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem” B.Brecht

"Politicians should read science fiction, not westerns and detective stories." - Arthur C. Clarke

Time is so old and love so brief
Love is pure gold and time a thief (Billie Holiday)

Ai que preguica! (Macunaima)

No creo en la eternidad de las peleas
Y en las recetas de la felicidad (John Drexler, Mercedes Sosa)

Na aula de hoje: Todo vice é um Kinder Ovo; vem com uma surpresa dentro.



segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Terena sobre a divulgação de imagens pela FUNAI para a ONG Survival

Parentes, Amigos e Guerreiros.
 
Temos que analisar esse tipo de noticias.
 
1) A noticia sobre Indios Isolados está pública porque a Ong Inglesa Survival publicou, mesmo sendo um trabalho do Setor de Indios Isolados da FUNAI, inclusive as fotos.
 
2) A exposição de fotos dos parentes isolados não pode virar matéria sensacionalista como se fazia nos velhos tempos, tipo animais em extinção ou em zoologicos amazonicos sendo salvos pelo "homem branco".
 
3) Qual foi o papel da FUNAI nesse caso? A FUNAI representa o Governo Federal do Brasil e não pode virar como muitos dizem: braço das Ongs. A Presidente Dilma tem que dar um puxão de orelhas em alguem...
 
VEJAM A NOTA:
 
Indígena pintado com urucum caminha por plantação de bananas na área da aldeia 
LONDRES - O Setor de Índios Isolados da Fundação Nacional do Índio (Funai) difundiu nesta segunda-feira, 31, no site da ONG britânica Survival, fotografias inéditas de uma tribo amazônica isolada, e cujo habitat encontra-se ameaçado pela ação de madeireiros peruanos.


Localizado perto da fronteira com o Peru, o povoado estaria sendo pressionado pelos madeireiros, que avançam pelo território nacional a partir do país vizinho. Autoridades brasileiras temem que o descolamento dos indígenas provoque choques com outras tribos na região.
Em uma das imagens aéreas, é possível avistar indígenas de idades variadas, em aparente bom estado físico e com cestos cheios de papaias, mandioca e outras frutas da floresta.
As fotos foram tiradas pela Funai, que autorizou sua utilização pela ONG como parte de uma campanha internacional em defesa da tribos isoladas. A Survival explica que a tribo encontra-se seriamente ameaçada pela ação dos madeireiros.
"Os madeireiros ilegais irão destruir essa tribo. Por isso, é vital que o governo peruano os detenham, antes que seja tarde", disse em comunicado o diretor da ONG, Stephen Corry.
"As pessoas nestas fotos estão evidentemente muito bem, e o que precisam é que lhes ajudemos a proteger seu território, de forma com que possam tomar suas próprias decisões sobre o futuro."
A organização indígena peruana AIDESEP condenou a inação das autoridades do país. "Apesar das denúncias dentro e fora do Peru contra a ação dos madeireiros, nada foi feito à respeito", disse um porta-voz.


ONG divulga fotos inéditas de índios isolados no Brasil
Ou, acessar o seguinte endereço:
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ong-divulga-fotos-ineditas-de-indios-isolados-no-brasil,673343,0.htm

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades

O Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR é uma iniciativa do Governo Federal no âmbito do Programa Inclusão Digital, para a implantação e manutenção de telecentros pelo país. A Coordenação-Geral é realizada por um colegiado composto pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações e do Planejamento, sendo este último o responsável pela Coordenação Executiva do Programa.

O apoio aos telecentros se dará mediante a oferta de formação e bolsas para monitores destes espaços, constituindo uma Rede Nacional de Formação, além de conectividade à internet, e de equipamentos de informática novos e recondicionados. Pretende-se, com isso, dar condições à continuidade e fortalecimento de iniciativas de inclusão digital em andamento, bem como a outras que venham a se estruturar de maneira aderente ao Programa.

A Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital está sendo criada para oferecer o Curso de Formação para Monitores do Telecentros.BR. Sete instituições foram selecionadas como polos regionais Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, em dois casos sendo apoiadas por polos estaduais (Ceará e São Paulo), e uma como polo nacional da rede. Esses polos vão estar em contato constante com as iniciativas parceiras do Programa para integrar os esforços de qualificação de gestores e monitores. O curso de formação terá duração de doze meses para cada monitor, com carga horária total de 480 horas. A maior parte das atividades será oferecida na plataforma de educação a distância Moodle exclusiva da Rede Nacional de Formação, em software livre.

Durante a sua passagem pelo ambiente colaborativo Moodle, os monitores contam com o acompanhamento mais próximo de um tutor. Tutor é a pessoa responsável por mediar o processo de formação em rede dos monitores e gestores. O tutor deve atuar em rede, desempenhando um papel fundamental na mediação do aprendizado individual e coletivo, de forma dialógica, dinâmica e interativa.

Este tutor tem uma visão geral sobre os percursos formativos de cerca de trinta monitores, interagindo e problematizando as escolhas feitas pelos monitores e relacionando os caminhos percorridos aos projetos em andamento.

A Rede de Formação produziu um curso de formação para estes tutores, presencial e a distância, com cerca de trinta e seis horas, e acompanhará de perto seu trabalho por meio de um supervisor de tutoria e de listas de discussão que o auxiliem durante sua ação.

Atualmente estão abertas as seleções de tutores e supervisores do Polo Centro-Oeste

Centro-Oeste: http://www.programandoofuturo.org.br/site_novo/2010/2011/01/14/polo-centro-oeste-seleciona-supervisores-e-tutores/ (aberto até 28/01/2011)

Laurel, Hardy and......

SANTANA!!!!!!!!!!!!


"Sãão Pauulooo!" -

texto e link de vídeo enviado por Marcos Terena

"Sãão Pauulooo!"

FAUSTO MARTIN DE SANCTIS

Criar na cidade um museu indigenista cumpriria a obrigação legal de valorizar o patrimônio cultural, uma dívida que ainda não foi paga.

Abordagens de nossa cidade têm contemplado questões como diversidade, modernidade, generosidade, requinte, violência e grandeza. Mas uma realidade é pouco observada. Falo de nossa raiz, esfumaçada por parte da elite paulistana, que vê no resquício tupiniquim algo que envergonha.

Nossas comunidades indígenas desaldeadas só são retratadas, e quando o são, em poucas escolas. É possível alfabetizar crianças em guarani, mesmo alijadas de seu círculo comunitário, como as que moram em conjuntos habitacionais ou favelas. Uma educação bilíngue.

O que se ensina e aprende são costumes que felizmente já estão em nós. E se estão, a ponto de interferir em nosso modo de viver e ver as coisas, é porque passaram a fazer parte de nós.

O resgate histórico de nossa cidade passa por olhar, coletivamente, o ambiente urbano. Realiza-se, a partir de nossos antepassados, a árvore do que será. Ora, a era atual representa o fruto. A simbiose do tempo nos persegue, em equação que conserva um todo. Um corpo.

Estamos presentes no Real Parque, no Capão Redondo, no Jardim Elba, em Paraisópolis, no Grajaú, no Jardim das Palmas, na Sônia Maria e no Jardim Irene (pankararu).

Também no pico do Jaraguá (jaraguá-ytu), em Parelheiros (guaranis), em Guaianases e em Itaquera (guaianás). Mas, aqui, valeria o ditado de raiz tupi "cada macaco no seu galho"?

E o que poderíamos dizer do encontro da índia Bartira e de João Ramalho, de cujos nove filhos surgiram a matriz de Piratininga (nossa cidade em tupi-guarani)?

As nossas tão invocadas simplicidade e generosidade teriam raiz no ato dos guaianás, que, após um naufrágio em 1513, permitiram a João Ramalho que com eles convivesse e que se casasse com a filha do chefe festeiro Tibiriçá?

José de Anchieta aprendeu com eles a língua tupi-guarani, língua oficial brasileira até o final do século 17. Falada em São Paulo até o século 19! Paulista não pronuncia o "r" no final das palavras. Jacaré, macaco, ipê, piracema, tantas as influências tupis-guaranis.

A criação em nossa cidade de um museu indigenista, técnico, tecnológico e interativo alimentaria nossa autoestima e cumpriria obrigação constitucional e legal, também moral, de valorizar o patrimônio cultural. Dívida ainda não paga.

O museu indígena na capital consagraria, apenas por sua presença, a nossa história. Moema, Ibirapuera, Guaianases, Mooca, Itaquera, Morumbi, Mandaqui, Tatuapé... Não se trata, pois, de segregar, mas de agregar.

Formação é indissociável. Melhor se considerarmos o que somos-fomos. Somos-fomos bons quando vivos em nós mesmos. Resgate de nossa crença, da força transformadora do todo.

E não venham com mesquinharias. A reconstrução de nossa rica história merece um museu à nossa altura: à proporção de nossa generosidade e tolerância, ainda que com as consequências dessas heranças, que nos fazem, ao mesmo tempo, reféns e desfrutadores.

Também caberia a reflexão da educação indígena em nossas escolas. Que não mais nos envergonhe o tupi, porque "tupi or not tupi", há um século, "was the question". Saudades de Oswald de Andrade...

FAUSTO MARTIN DE SANCTIS é juiz federal em São Paulo e escritor.

Terena tem razão: o título deveria ser

Os Índios que abrigam uma selva, de pedra...

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Haja jaca pra tanto pé: Orquestra Jovem Tom Jobim

Corre pela internet abaixo-assinado postado pelos alunos da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP), contra o corte de verbas que, entre outras coisas, tem como consequencia o encerramento das atividades da Orquestra Jovem Tom Jobim. A Secretaria de Cultura nega, dizendo que a intenção é remodelar a administração baseada no modelo Venezuelano, "El Sistema" - http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6094478,00.html - criado por José Antonio Abreu, diretor venezuelano, há 30 anos.


Haja jaca pra tanto pé.

Segue o link para o baixo-assinado

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/7911

Primeira visita da India em meu blog, e não era motor de busca não!!!!

Construção escola de música em Mali



Playing for Change

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Solos do Brasil

Fazendo procura sobre utilização do solo, achei este site europeu EuDASM com arquivos digitais do solo da américa latina e caribe. Fiz o download de um deles é muito bem escaneado. Estava querendo saber sobre o tipo de solo na região serrana do Rio, lendo as legendas do mapa, e também ver as áreas de várzea de Sao Paulo.


domingo, 23 de janeiro de 2011

PITACO

Parece que está em voga o uso da expressão "dar o pitaco".

INGLÊS: come up with preposterous suggestions, In my book, In my humble opinion
ITALIANO: mettere il naso
FRANCES:penser que
Russo:Я считаю, что...


Não confundir com Πιττακός, Pìtacos.

Wikileaks no Foro Viento Sur

Watch live streaming video from traficantesdesuenos at livestream.com

fonte: traficantes de sueños

Nauwebtv - Memorial da Resistência



Vários depoimentos: Maurice Politi, Clara Charf, Jun Nakabaiashi, Alípio Freire. Assiste, vai lá visitar o Memorial.

Nauwebtv - PASSE LIVRE - "Vem pra rua, vem. Contra o aumento".

Dia 27 de janeiro ás 17hs na frente do Teatro Municipal




nauwebtv

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

acesso a informações públicas - Campus Party

06:43
20/01/2011

ONGs cobram agilidade na aprovação de lei de acesso a informações públicas

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Organizações não governamentais (ONGs) que participam da Campus Party, em São Paulo, cobraram na noite dessa quarta-feira (19) agilidade do Senado na aprovação da Lei Geral de Acesso à Informação - Projeto de Lei (PL) 41, de 2010.

O PL, que hoje está aguardando nomeação do relator na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, regula os procedimentos a serem observados pelos órgãos públicos para garantir o acesso à informação sobre as ações do governo. Também trata do controle de informações sigilosas e pessoais. O projeto apresentado em abril de 2009, de autoria do deputado Reginaldo Lopes, já foi aprovado na Câmara.

Segundo Arthur Serra Massuda, da ONG internacional Artigo 19 (referência ao 19º artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que trata da liberdade de expressão e opinião), a aprovação do PL poderia tornar o Brasil uma nação mais aberta no direito ao acesso à informação. "O PL está de acordo com as melhores práticas e padrões internacionais relacionados ao tema”, defendeu. Hoje, segundo ele, a melhor lei de acesso à informação pública é a do México, considerada exemplar para os demais países do mundo.

Daniela Silva, da comunidade Transparência Hacker, ressaltou que o PL agregou sugestões da sociedade civil e sua aprovação poderá ser um passo importante para maior transparência das ações do governo. “Todas as alterações [feitas pela sociedade civil] foram incorporadas ao texto. O projeto de lei foi votado na Câmara com as alterações e a aprovação foi uma vitória muito grande”, afirmou no final do terceiro dia de debates da Campus Party.

As discussões sobre o uso da internet como instrumento de transparência das ações dos governos têm sido recorrentes nesta edição do evento. Na terça-feira (17), Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Tim Berners-Lee, criador da Word Wide Web, e a ex-candidata à Presidência da República, Marina Silva, apresentaram sugestões de como a rede global deveria ser usada para mostrar à sociedade como agem os governos e também as empresas privadas.

No Brasil, algumas medidas que dão acesso às ações do governo já estão disponíveis, como o Portal da Transparência (www.portaltransparencia.gov.br) e o Comitê de Organização de Informações da Presidência da República (i3gov.planejamento.gov.br/coi).

Edição: Graça Adjuto

fonte: EBC 

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Uso da internet no país - Campus Party

21:36
20/01/2011

Paulo Bernardo diz que governo vai massificar uso da internet até o fim da gestão Dilma

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (20) que o governo irá massificar o uso da internet no país até 2014. Para atingir o objetivo, Bernardo aposta no barateamento do Plano Nacional de Banda Larga, que está entrando em funcionamento no começo deste ano.

"A nossa ideia é massificar até o final do governo da presidenta Dilma o uso da internet”, disse, em debate na Campus Party, em São Paulo. “Até abril, fecharemos os acordos para baratear o preço da internet do plano. Uma das intenções é reduzir os impostos”.

Além de negociar com os estados a redução dos impostos do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o ministro ressaltou que trata com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para colocar na política industrial do país cortes de impostos sobre os computadores e tablets - dispositivo pessoal em formato de prancheta que pode ser usado para acesso à internet. “O governo está fazendo uma reavaliação do que tem em termos de política industrial, e inclusive com a questão tributária”.

De acordo com Bernardo, hoje o preço da conexão do Plano Nacional de Banda Larga está em R$ 35 com a aplicação do ICMS, e em pouco menos de R$ 30, nos estados que o isentarão do imposto. “Falei isso com vários secretários de Fazenda, alguns governadores disseram que topam negociar isso [reduzir o ICMS]”.

Hoje a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a Telebras, vinculada ao Ministério das Comunicações, a operar a internet banda larga. Apesar de a licença permitir que a empresa forneça o acesso ao consumidor final, o ministro afirmou que a Telebras não deverá fazê-lo. “Essa não é a vocação da Telebras. Mas onde ninguém fizer [o acesso a banda larga], nós vamos fazer”.



Edição: Rivadavia Severo
fonte: Agencia Brasil EBC

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Camus Party 2011

http://www.campus-party.com.br/2011/index.html

O Creative Commons Brasil é um projeto sem fins lucrativos que disponibiliza licenças flexíveis para obras intelectuais.


Retrocesso ou Equívoco? Coletivo Digital fala sobre a licença do site do MinC.

20/01/2011
Do Coletivo Digital

O Ministério da Cultura (MinC) não usa mais uma licença Creative Commons em seu site.

Para o público em geral, talvez seja difícil de entender a nossa perplexidade com o fato. Não é difícil para todos os ativistas dos Pontos e Pontões de Cultura, da Cultura Digital, da CiberCultura, da Cultura Livre e não devia ser para o Ministério da Cultura. Nos últimos oito anos nos acostumamos em ter no Minc, um Ministério que contribuiu com ações culturais no Brasil todo, que esteve presente nos debates e colaborou com ações do ciberativismo, que apostou junto conosco na disseminação do uso do software livre, que se inscrevia nas fileiras da cultura livre.

Estamos apreensivos e na expectativa do debate que deveria ter precedido tal decisão do Ministério.

Paulo Lima, do Projeto Saúde e Alegria perguntou “será que o primeiro ato da Ministra da Cultura é desacreditar o Projeto Creative Commons no Brasil? É mesmo importante tirar a licença do site? E o meu, o seu, os milhares de projetos que se licenciaram como CC através das leis de incentivo e Fundo Nacional de Cultura? Não se consulta o Conselho de Cultura? Não faz diferença termos construído uma plataforma de Encontros e Conferências?"

E nos parece no mínimo estranho, que o Ministério da Cultura jogue fora o que representou a inovação pela qual o Minc havia passado nos últimos 8 anos, um símbolo mostrando que tudo o que se fazia de cultura no Brasil, com apoio do Ministério, tinha a marca do compartilhamento, da construção colaborativa, da parceria, da liberdade de fazer e distribuir. Era isso que significava para nós a frase “O conteúdo deste sítio é publicado sob uma licença Creative Commons”

Esperamos que a Ministra nos explique o que significa para ela a frase: “Licença de Uso: o conteúdo deste site, produzido pelo Ministério da Cultura, pode ser reproduzido, desde que citada a fonte” (Para saber mais, leia a matéria publicada no site da revista ARede ) e que tope abrir o debate fraterno sobre o que isso significa: equívoco ou retrocesso?
fonte: http://www.arede.inf.br/inclusao/component/content/article/106-acontece/3768-retrocesso-ou-equivoco-coletivo-digital-fala-sobre-a-licenca-do-site-do-minc
CC http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/

Aprendizados do Encontro de Saberes

foto:marina ofugi

Alunos da disciplina Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais apresentaram na manhã desta quarta-feira, 19 de janeiro, no Centro de Excelência em Turismo da Universidade de Brasília (UnB), o que aprenderam com os mestres e mestras da Cultura Popular brasileira ao longo do segundo semestre de 2010 pelo projeto Encontro de Saberes. Américo Córdula, secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) participou e interagiu com os estudantes durante o evento.

O objetivo desta iniciativa do MinC foi promover o diálogo entre os saberes acadêmicos e os saberes tradicionais, populares e indígenas, além de contribuir para o processo de reconhecimento de mestres de artes e ofícios como docentes no ensino superior.

Para a apresentação de hoje, – haverá outras turmas na sexta-feira (21) – os alunos representaram todos os mestres e mestras com que conviveram na disciplina. Mostraram o lhes foi ensinado como o cuidado com as plantas e a importância dos valores que as culturas populares trouxeram para suas vidas. Eles dançaram e serviram um delicioso chá aos presentes. Os alunos do projeto Encontro de Saberes estão fazendo suas apresentações finais. Eles tiveram liberdade para escolher o formato de suas apresentações, sendo assim, alguns estão realizando performance, outros fizeram um filme ou artigos.

“Obter um conhecimento desses dentro da universidade, no meio acadêmico, está sendo uma experiência maravilhosa. Vou levar comigo para sempre porque são saberes para a vida”, afirmou a estudante de Artes Cênicas da UnB, Camila Paula. Para a aluna, aprender a cuidar das plantas e de sua saúde por meio da natureza figura uma nova maneira de ver o universo. “Hoje olho para uma planta e vejo que ali tem vida e muito a oferecer.”

Sobre a convivência com os mestres e mestras da Cultura Popular do país, Camila garante que a humildade e o prazer em ensinar fez toda a diferença no compartilhamento de saberes: “Isso é maravilhoso porque a gente vive em um mundo onde algumas pessoas querem guardar o conhecimento para si, ou outros professores que humilham alunos por julgar saberem mais.”

A disciplina Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais fez parte da grade regular de graduação do segundo semestre de 2010 da UnB e esteve acessível a estudantes de todos os cursos. O Encontro de Saberes é realização da SID/MinC em parceria com a UnB e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa, órgão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
http://www.cultura.gov.br/site/2011/01/19/alunos-da-unb-mostram-aprendizados-do-encontro-de-saberes/

sundance

An Autoblogography about Love, Death and Technology
Tiffany Shlain 2011



Tropa de Elite 2


A tempestade e cinderela (curtas)

Sundance