Lendo sobre isso me lembrei: e o sítio arquelógico? Morreu também? Nunca mais ouvi, li, nada a respeito.
Situação atual do sítio - janeiro de 2011
Veja como ele era em fevereiro de 2010 na matéria Uma aldeia no caminho do metrô, tudo direitinho como a gente vê nos documentários da National Geographic, marcado, coberto. Será que já tiraram tudo de lá?
Neste momento (21:42)(10:47) assisto ao briefing de Anna Bligh: ela faz um relatório dos danos na região, a situação do fornecimento de energia na área, do funcionamento da internet, lógico acompanhado de um intéprete em LIBRAS (AUSLAN). Sim, pela sunrise. Come il faut.
avisada a tempo, a população foi avisada a tempo.... os alarmes sonoros estão funcionando (acompanhe pelo twitter).
Repare na trecho do vídeo do briefing da Ana Blight, em PB, a "cop" transmitindo a mensagem LIBRAS. Estatisticamente falando quantas pessoas ligadas à defesa civil "falam" em LIBRAS? Existe essa pesquisa?
P.S.: estou acompanhando ao vivo (6:30am/17:30) uma reportagem da equipe de tv que saiu,logo cedo com o furgão, para ver a situação da cidade. Meu, o reporter dirige, fala e o camera fixa no reporter, ele não gira pra fora! Angustiante! Isso em 2 estações. Será que é o estilo local?
Aqui voce pode acessar a página com imagem em tempo real da movimentação do ciclone Yasi e baixar o PDF com instruções e venda de equipamentos para sua sobrevivência e prevenção. Segue 3 imagens do manual.
Todas as informações têm a função de , dentro de uma situação anormal, criar condições pré-organizadas para sobrevivencia. Procurei o link, mas deletei e não to afim de procurar, mas se está na rede e vc quiser ver faz a busca. O link que deletei exibia o alerta dado à população pelo governo, esclarecendo a gravidade da situação e chamando todos para se organizarem nas horas antes da chegada do ciclone.
aqui a Radio Australia
1) A noticia sobre Indios Isolados está pública porque a Ong Inglesa Survival publicou, mesmo sendo um trabalho do Setor de Indios Isolados da FUNAI, inclusive as fotos.
2) A exposição de fotos dos parentes isolados não pode virar matéria sensacionalista como se fazia nos velhos tempos, tipo animais em extinção ou em zoologicos amazonicos sendo salvos pelo "homem branco".
3) Qual foi o papel da FUNAI nesse caso? A FUNAI representa o Governo Federal do Brasil e não pode virar como muitos dizem: braço das Ongs. A Presidente Dilma tem que dar um puxão de orelhas em alguem...
VEJAM A NOTA:
Indígena pintado com urucum caminha por plantação de bananas na área da aldeia
LONDRES - O Setor de Índios Isolados da Fundação Nacional do Índio (Funai) difundiu nesta segunda-feira, 31, no site da ONG britânica Survival, fotografias inéditas de uma tribo amazônica isolada, e cujo habitat encontra-se ameaçado pela ação de madeireiros peruanos.
Localizado perto da fronteira com o Peru, o povoado estaria sendo pressionado pelos madeireiros, que avançam pelo território nacional a partir do país vizinho. Autoridades brasileiras temem que o descolamento dos indígenas provoque choques com outras tribos na região.
Em uma das imagens aéreas, é possível avistar indígenas de idades variadas, em aparente bom estado físico e com cestos cheios de papaias, mandioca e outras frutas da floresta.
As fotos foram tiradas pela Funai, que autorizou sua utilização pela ONG como parte de uma campanha internacional em defesa da tribos isoladas. A Survival explica que a tribo encontra-se seriamente ameaçada pela ação dos madeireiros.
"Os madeireiros ilegais irão destruir essa tribo. Por isso, é vital que o governo peruano os detenham, antes que seja tarde", disse em comunicado o diretor da ONG, Stephen Corry.
"As pessoas nestas fotos estão evidentemente muito bem, e o que precisam é que lhes ajudemos a proteger seu território, de forma com que possam tomar suas próprias decisões sobre o futuro."
A organização indígena peruana AIDESEP condenou a inação das autoridades do país. "Apesar das denúncias dentro e fora do Peru contra a ação dos madeireiros, nada foi feito à respeito", disse um porta-voz.
O Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR é uma iniciativa do Governo Federal no âmbito do Programa Inclusão Digital, para a implantação e manutenção de telecentros pelo país. A Coordenação-Geral é realizada por um colegiado composto pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia, das Comunicações e do Planejamento, sendo este último o responsável pela Coordenação Executiva do Programa.
O apoio aos telecentros se dará mediante a oferta de formação e bolsas para monitores destes espaços, constituindo uma Rede Nacional de Formação, além de conectividade à internet, e de equipamentos de informática novos e recondicionados. Pretende-se, com isso, dar condições à continuidade e fortalecimento de iniciativas de inclusão digital em andamento, bem como a outras que venham a se estruturar de maneira aderente ao Programa.
A Rede Nacional de Formação para Inclusão Digital está sendo criada para oferecer o Curso de Formação para Monitores do Telecentros.BR. Sete instituições foram selecionadas como polos regionais Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, em dois casos sendo apoiadas por polos estaduais (Ceará e São Paulo), e uma como polo nacional da rede. Esses polos vão estar em contato constante com as iniciativas parceiras do Programa para integrar os esforços de qualificação de gestores e monitores. O curso de formação terá duração de doze meses para cada monitor, com carga horária total de 480 horas. A maior parte das atividades será oferecida na plataforma de educação a distância Moodle exclusiva da Rede Nacional de Formação, em software livre.
Durante a sua passagem pelo ambiente colaborativo Moodle, os monitores contam com o acompanhamento mais próximo de um tutor. Tutor é a pessoa responsável por mediar o processo de formação em rede dos monitores e gestores. O tutor deve atuar em rede, desempenhando um papel fundamental na mediação do aprendizado individual e coletivo, de forma dialógica, dinâmica e interativa.
Este tutor tem uma visão geral sobre os percursos formativos de cerca de trinta monitores, interagindo e problematizando as escolhas feitas pelos monitores e relacionando os caminhos percorridos aos projetos em andamento.
A Rede de Formação produziu um curso de formação para estes tutores, presencial e a distância, com cerca de trinta e seis horas, e acompanhará de perto seu trabalho por meio de um supervisor de tutoria e de listas de discussão que o auxiliem durante sua ação.
Atualmente estão abertas as seleções de tutores e supervisores do Polo Centro-Oeste
Criar na cidade um museu indigenista cumpriria a obrigação legal de valorizar o patrimônio cultural, uma dívida que ainda não foi paga.
Abordagens de nossa cidade têm contemplado questões como diversidade, modernidade, generosidade, requinte, violência e grandeza. Mas uma realidade é pouco observada. Falo de nossa raiz, esfumaçada por parte da elite paulistana, que vê no resquício tupiniquim algo que envergonha.
Nossas comunidades indígenas desaldeadas só são retratadas, e quando o são, em poucas escolas. É possível alfabetizar crianças em guarani, mesmo alijadas de seu círculo comunitário, como as que moram em conjuntos habitacionais ou favelas. Uma educação bilíngue.
O que se ensina e aprende são costumes que felizmente já estão em nós. E se estão, a ponto de interferir em nosso modo de viver e ver as coisas, é porque passaram a fazer parte de nós.
O resgate histórico de nossa cidade passa por olhar, coletivamente, o ambiente urbano. Realiza-se, a partir de nossos antepassados, a árvore do que será. Ora, a era atual representa o fruto. A simbiose do tempo nos persegue, em equação que conserva um todo. Um corpo.
Estamos presentes no Real Parque, no Capão Redondo, no Jardim Elba, em Paraisópolis, no Grajaú, no Jardim das Palmas, na Sônia Maria e no Jardim Irene (pankararu).
Também no pico do Jaraguá (jaraguá-ytu), em Parelheiros (guaranis), em Guaianases e em Itaquera (guaianás). Mas, aqui, valeria o ditado de raiz tupi "cada macaco no seu galho"?
E o que poderíamos dizer do encontro da índia Bartira e de João Ramalho, de cujos nove filhos surgiram a matriz de Piratininga (nossa cidade em tupi-guarani)?
As nossas tão invocadas simplicidade e generosidade teriam raiz no ato dos guaianás, que, após um naufrágio em 1513, permitiram a João Ramalho que com eles convivesse e que se casasse com a filha do chefe festeiro Tibiriçá?
José de Anchieta aprendeu com eles a língua tupi-guarani, língua oficial brasileira até o final do século 17. Falada em São Paulo até o século 19! Paulista não pronuncia o "r" no final das palavras. Jacaré, macaco, ipê, piracema, tantas as influências tupis-guaranis.
A criação em nossa cidade de um museu indigenista, técnico, tecnológico e interativo alimentaria nossa autoestima e cumpriria obrigação constitucional e legal, também moral, de valorizar o patrimônio cultural. Dívida ainda não paga.
O museu indígena na capital consagraria, apenas por sua presença, a nossa história. Moema, Ibirapuera, Guaianases, Mooca, Itaquera, Morumbi, Mandaqui, Tatuapé... Não se trata, pois, de segregar, mas de agregar.
Formação é indissociável. Melhor se considerarmos o que somos-fomos. Somos-fomos bons quando vivos em nós mesmos. Resgate de nossa crença, da força transformadora do todo.
E não venham com mesquinharias. A reconstrução de nossa rica história merece um museu à nossa altura: à proporção de nossa generosidade e tolerância, ainda que com as consequências dessas heranças, que nos fazem, ao mesmo tempo, reféns e desfrutadores.
Também caberia a reflexão da educação indígena em nossas escolas. Que não mais nos envergonhe o tupi, porque "tupi or not tupi", há um século, "was the question". Saudades de Oswald de Andrade...
FAUSTO MARTIN DE SANCTIS é juiz federal em São Paulo e escritor.
Corre pela internet abaixo-assinado postado pelos alunos da Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP), contra o corte de verbas que, entre outras coisas, tem como consequencia o encerramento das atividades da Orquestra Jovem Tom Jobim. A Secretaria de Cultura nega, dizendo que a intenção é remodelar a administração baseada no modelo Venezuelano, "El Sistema" - http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6094478,00.html - criado por José Antonio Abreu, diretor venezuelano, há 30 anos.
Fazendo procura sobre utilização do solo, achei este site europeu EuDASM com arquivos digitais do solo da américa latina e caribe. Fiz o download de um deles é muito bem escaneado. Estava querendo saber sobre o tipo de solo na região serrana do Rio, lendo as legendas do mapa, e também ver as áreas de várzea de Sao Paulo.